O uso de agonistas de GLP-1, como a semaglutida e a tirzepatida, e de inibidores do SGLT2, como a dapagliflozina e a empagliflozina, foi apontado como estratégia para prevenir a insuficiência cardíaca em pessoas com obesidade. O tema foi discutido no 37º Congresso Brasileiro de Endocrinologia e Metabologia (CBEM 2026).
Segundo os dados apresentados, essas classes de medicamentos proporcionam uma redução média de 14% na incidência de eventos cardiovasculares maiores e na mortalidade.
De acordo com informações do CDC citadas no congresso, 41% das pessoas com obesidade morrem em decorrência de doenças cardiovasculares, e cerca de 10% dessas mortes são causadas por insuficiência cardíaca.
O endocrinologista Marcello Bertoluci indicou o uso a partir de um índice de massa corporal de 27.