Arqueólogos encontraram impressões digitais de 2,2 mil anos em dezenas de estátuas do Exército de Terracota, na China. As marcas foram deixadas pelos artesãos que moldaram as peças de argila, feitas para proteger o primeiro imperador chinês, Qin Shi Huang, na vida após a morte.
Até agora, a construção do conjunto era atribuída apenas a homens. O estudo, publicado no Journal of Cultural Heritage, identificou 79 digitais: 45% de homens, 33% de mulheres e 22% de jovens e crianças com menos de 15 anos, provavelmente escravizados.
A identificação foi difícil porque a argila encolhe durante a queima e as digitais de jovens, homens e mulheres são muito parecidas. O Exército de Terracota é Patrimônio Mundial da Unesco desde 1987.