Dilma recebe notificaA�A?o sobre julgamento do impeachment

Foto: Eraldo Peres / AP

BRASA?LIA – A presidente afastada Dilma Rousseff jA? foi pessoalmente notificada da data do julgamento final do impeachment no Senado. O funcionA?rio da Secretaria Geral da Mesa do Senado foi entregar o documento a Dilma, que assinou A�s 16h05.

AlA�m da data, informalmente o presidente do STF, ministro Ricardo Lewandowski, jA? acertou que nA?o vai trabalhar no final de semana. A ideia A� iniciar o julgamento dia 25, continuar 26 e retomar dia 29, uma segunda-feira. O ministro quer usar o mesmo expediente do JudiciA?rio. Esse A� o entendimento jA? no Senado.

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O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse a Lewandowski que preferia que o julgamento continuasse no final de semana, nem que fosse para ouvir testemunhas. Mas os senadores jA? estA?o cansados e reduziram a previsA?o inicial de cinco para trA?s dias.

A legislaA�A?o diz que o julgamento deve ser informado com dez dias de antecedA?ncia. A data agrada o PalA?cio do Planalto. O governo quer que o julgamento termine ainda este mA?s, porque teme a divulgaA�A?o de novas delaA�A�es premiadas. A justificativa oficial, no entanto, A� para o presidente poder viajar como titular para reuniA?o do G-20, na China, no inA�cio de setembro.

Cardozo apresentou hoje a chamada contradita ao libelo acusatA?rio. No documento, o advogado de Dilma pede a absolviA�A?o da presidente afastada e a nulidade do processo. O advogado argumenta que o relator do processo de impeachment, senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), alterou o libelo acusatA?rio orginal, incluindo fatos novos. Ele vinha repetindo essa tese, mas agora disse que a Defesa poderA? recorrer ao Supremo Trbunal Federal (STF) quanto A� essa premissa. Para ele, a chamada pronA?ncia de Dilma, quando ela virou rA�, nA?o poderia ter sido aprovada na madrugada do dia 10.

O Senado decidiu na A?ltima quarta-feira levar a presidente Dilma ao julgamento final no processo. Foram 59 votos a favor e 21 contrA?rios. O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), nA?o votou. O resultado sinaliza que o afastamento deve ser definitivo, uma vez que na fase final sA?o necessA?rios 54 votos entre os 81 senadores.

Na tentativa de evitar sua condenaA�A?o, Dilma farA? uma carta citando a questA?o do plebiscito sobre novas eleiA�A�es, segundo senadores do PT. A avaliaA�A?o A� que, apesar do placar de derrota da sessA?o de quarta-feira, A� preciso reforA�ar o corpo a corpo junto aos senadores.

 

Fonte: Yahoo

 

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