O clima estava tA?o ameno que no encontro com a A?nica candidatura posta atA� agora, a de Alice Portugal (PC do B), foi um momento de sorrisos, abraA�o e beijos na face.
Rui Costa, bem avaliado com 63% de aprovaA�A?o, fez papel que se espera de um governador e disse que nA?o era hora de falar em eleiA�A?o, e tambA�m nA?o quis polemizar sobre as recentes atraA�A�es do RA�veillon anunciadas por Neto. Disse que nA?o era de bom tom.
A aprovaA�A?o A?tima de Neto e boa de Rui sA?o resultado da briga saudA?vel (para a populaA�A?o) para ver quem trabalha mais pela cidade – e talvez se deva a isso o clima amistoso do desfile. Como a oposiA�A?o orgA?nica (PC do B, PT, e PSB) ainda nA?o chegou a um consenso, atA� a candidatura fantasma de Juca Ferreira (PT) foi lembrada.
Na turma dos atingidos pelo impeachment, o ex-tudo Jaques Wagner disse que o processo de julgamento de Dilma atrapalha a escolha da oposiA�A?o em Salvador.
Mas ter o poder nem sempre A� doce. Que o diga os irmA?os Geddel e LA?cio Vieira Lima. Na posiA�A?o que ocupam no governo federal eram presenA�a certa no desfile. Mas nA?o deram as caras, talvez porque o governo Temer ainda nA?o tenha se firmado da forma como eles esperavam. Um 2 de Julho de novos tempos na Bahia.
Fonte: Bahia NotA�cias