A taxa média de recusa familiar à doação de órgãos no Brasil é de 45%, ou seja, quase metade das famílias não autoriza a doação após a confirmação de morte encefálica.
Entre os principais obstáculos apontados estão a falta de informação adequada e a abordagem inadequada por parte das equipes de saúde no momento da conversa com a família.
Para tentar reduzir esse índice, a Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB) capacitou 2.534 profissionais de saúde na comunicação com os familiares.
Com informações do Bahia Notícias.