Festa faz ode A� inclusA?o, pede mundo mais acessA�vel e abre Jogos do Rio

(Foto: AndrA� DurA?o)

Diante de tantas histA?rias improvA?veis, a fala costuma ganhar ares de um discurso de superaA�A?o. Mas A� preciso ver alA�m. Nesta quarta-feira, uma imensa festa quis quebrar barreiras. Em uma celebraA�A?o A�s diferenA�as, os Jogos ParalA�mpicos do Rio de Janeiro tiveram inA�cio sob um A?nico lema: o coraA�A?o nA?o conhece limites. Ao passar a ideia de que, mesmo diferentes, somos iguais, a cerimA?nia de abertura encheu o MaracanA? de beleza, poesia e com o ideal de que deficiA?ncia nA?o se traduz em inferioridade. A honra de representar um paA�s ainda longe de ser inclusivo coube a Clodoaldo Silva. Ao mudar a imagem do movimento paralA�mpico do Brasil com uma carreira de conquistas, o nadador se tornou gigante. Nesta noite, ao acender a pira dos Jogos, carregou a mensagem de urgA?ncia em busca da inclusA?o.

A festa desta quarta dA? inA�cio A� maior competiA�A?o paralA�mpica do planeta. No total, sA?o 4.314 atletas, de 159 paA�ses, na disputa de 23 modalidades. A cerimA?nia nA?o contou com a presenA�a do presidente do ComitA? OlA�mpico Internacional, Thomas Bach, ausente em razA?o da cerimA?nia de luto de seu compatriota Walter Schell, ex-presidente da Alemanha Ocidental de 1974 a 1979, que morreu no A?ltimo dia 24 de agosto, aos 97 anos. Michel Temer, presidente do Brasil, esteve presente no MaracanA? e foi alvo de protestos e vaias ao abrir oficialmente os Jogos.

A noite tambA�m teve a alegria de Shirlene Coelho. Ouro em Londres 2012 e prata em Pequim 2008 no lanA�amento de dardo, a atleta gingou pelo MaracanA? com a bandeira do paA�s e foi a responsA?vel por guiar a delegaA�A?o brasileira pelo estA?dio. Outra marca da festa foi a comovente cena da ex-atleta MA?rcia Malsar que, de bengala, caiu com a tocha e se reergueu sob muitos aplausos do pA?blico.

Fonte: Globo.com

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