Ainda segundo o Denatran, estudos mostram que a presenA�a de luzes acesas reduz entre 5% e 10% o nA?mero de colisA�es entre veA�culos durante o dia. A maioria das colisA�es frontais A� causada pela nA?o percepA�A?o do outro veA�culo por parte do motorista, a tempo de reagir para evitar o acidente ou pelo julgamento errado da distA?ncia e velocidade do veA�culo que trafega na direA�A?o contrA?ria em casos de ultrapassagem.
A partir de agora, o farol baixo nA?o pode ser substituA�do por farol de milha, farol de neblina ou farolete, mas o uso de farA?is de rodagem diurna (DRL – Daytime Running Light), ou farA?is de LED, estA? liberado pelo Denatran. O DRL A� um filamento de luzes de LED, presente em veA�culos mais modernos e acionado automaticamente quando o carro A� ligado. A validade do DRL para a nova regra chegou a ser questionada, mas o Denatran esclareceu ontem (7) que esse tipo de iluminaA�A?o tambA�m A� vA?lido. A orientaA�A?o de considerar as luzes DRL como farol baixo para fins legais jA? foi passada A� PolA�cia RodoviA?ria Federal e aos demais A?rgA?os do Sistema Nacional de TrA?nsito.
A lei que estabelece a medida foi sancionada pelo presidente interino Michel Temer no dia 24 de maio. A mudanA�a teve origem em um projeto de lei apresentado pelo deputado federal Rubens Bueno (PPS-PR) e foi aprovada pelo Senado em abril.
Fonte: Metro1