Setembro Dourado: oncopediatra explica quais sinais devem acender o alerta
O diagnóstico precoce é a principal estratégia para ampliar as chances de cura do câncer infantojuvenil, uma doença que, em geral, não está ligada a fatores de risco que possam ser evitados por medidas preventivas. O alerta é da oncopediatra Natália Borges, responsável pelo serviço de transplante de medula óssea do Hospital Martagão Gesteira, em Salvador.
A campanha do Setembro Dourado, dedicada à conscientização sobre o câncer em crianças e adolescentes, adotou em 2026 o tema “O câncer infantojuvenil tem desafios, mas também tem cura: fique atento aos sinais”. A iniciativa busca ampliar o conhecimento sobre os sintomas e estimular a procura por atendimento médico diante de alterações persistentes.
A identificação na infância costuma ser mais difícil porque muitos sinais se parecem com os de doenças comuns nessa faixa etária. Por isso, a atenção de pais, responsáveis, professores e profissionais de saúde pode ser decisiva para que a investigação comece mais cedo.
A recomendação é observar sintomas que não passam com o tempo e procurar avaliação médica quando algo persistir sem explicação clara.

