Compostos extraídos das hastes de veado aceleraram a cicatrização de fraturas em testes com camundongos, segundo pesquisa publicada em maio no Journal of Orthopaedic Translation.
Nos experimentos, a recuperação ocorreu em cerca de uma semana, contra duas a três semanas do processo normal. A cicatrização completa levou 21 dias, em vez de 40.
Os cientistas identificaram mais de 300 peptídeos funcionais e 32 metabólitos nas hastes. Injetados na lesão, os compostos intensificam a formação do calo ósseo, etapa central da regeneração.
O trabalho reúne pesquisadores dos Estados Unidos e da China, com participação da Universidade de Washington e da Universidade de Ningbo. A técnica complementaria os métodos mecânicos hoje usados no tratamento de fraturas.