“Em 24 anos de atuaA�A?o do esquema, entre 1990 e 2014, o prejuA�zo ao erA?rio chega a pelo menos R$ 27 milhA�es, valor do crA�dito reclamado em nome das empresas. A operaA�A?o foi articulada mediante forA�a-tarefa realizada MP-BA, a Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz) e a Secretaria de SeguranA�a PA?blica (SSP)”, diz o A?rgA?o.
As investigaA�A�es apontam para vA?rias prA?ticas criminosas cometidas pelo grupo: constituiA�A?o ou compra de empresas em nome de familiares e em nome de empregados sem condiA�A�es econA?micas para tanto; simulaA�A�es sucessivas de alteraA�A�es nos contratos sociais das empresas, para modificar os quadros societA?rios e confundir a fiscalizaA�A?o; realizaA�A?o de compras e transporte de mercadorias diversas, cujos veA�culos fogem da fiscalizaA�A?o por meio de desvios localizados prA?ximos aos postos fiscais; indA�cios de blindagem patrimonial, por meio de doaA�A?o de bens a familiares; e emissA?o de documentos fiscais em nome de empresas fictA�cias.
A OperaA�A?o conta com a atuaA�A?o de promotores de JustiA�a do Grupo de AtuaA�A?o Especial de Combate A� SonegaA�A?o Fiscal e a Crimes contra a Ordem TributA?ria (Gaesf) e da Promotoria Regional Especializada no Combate A� SonegaA�A?o Fiscal de VitA?ria da Conquista; de servidores da Sefaz e de delegados e policiais da Delegacia de Crimes EconA?micos e Contra a AdministraA�A?o PA?blica (Dececap).
Fonte: Metro1