Uma vacina personalizada de mRNA combinada ao imunoterápico pembrolizumabe se mostrou superior ao uso isolado do medicamento em pacientes operados de melanoma, segundo resultados de um estudo de fase 3 divulgados nesta quarta-feira (19).
Na comparação, a combinação aumentou o tempo sem recidiva e sem metástases à distância em pacientes nos estágios IIB a IV da doença.
A vacina é montada caso a caso e pode incluir até 34 alvos específicos do tumor de cada paciente. O estudo é conduzido pelas farmacêuticas Merck e Moderna, com a oncologista Georgina Long como principal autora.
Os dados ainda serão apresentados em congresso científico e dependem de aprovação das autoridades regulatórias. O tratamento não está disponível na prática clínica.