A vanilina, aromatizante comum em cigarros eletrônicos, pode interferir no desenvolvimento de células-tronco embrionárias, segundo estudo publicado na revista Human Reproduction.
Em concentrações altas, a substância provocou morte celular. Em níveis baixos, impediu que as células se transformassem nos diferentes tipos de tecido do organismo.
Os pesquisadores identificaram que a vanilina age pelo canal celular TRPV4, alterando a entrada de cálcio nas células.
Os testes foram feitos em laboratório e não envolveram gestantes. Novos estudos são necessários para saber se o efeito se repete fora do ambiente experimental.