F1 em Interlagos: a história por trás dos nomes das curvas do circuito
A Fórmula 1 volta a Interlagos nesta semana para o Grande Prêmio de São Paulo, e cada curva do circuito carrega uma história. Oficialmente chamado de Autódromo José Carlos Pace, o traçado tem 4.309 metros, 11 curvas e fortes mudanças de elevação — são cerca de 56 metros de diferença entre o ponto mais alto, o S do Senna, e o mais baixo, a Curva do Lago.
O S do Senna nasceu na reforma de 1989 e teve participação de Ayrton Senna na concepção. Curioso: o próprio piloto não queria dar o nome a ele e defendia chamá-lo de Curva do Chico Landi, homenagem ao primeiro brasileiro a pontuar na categoria. A sugestão não vingou. Já a Curva do Sol ganhou o nome no traçado antigo, quando os carros passavam pelo trecho com o sol de frente no fim da tarde, atrapalhando a visão.
A programação começa na sexta-feira (6/11), com dois treinos livres, segue no sábado (7/11) com o TL3 e a classificação, e termina com a corrida no domingo (8/11), às 14h. Neste ano, pela primeira vez desde 2021, a etapa não tem corrida sprint.

