O uso de aspirina em dose baixa foi associado a uma redução de cerca de 70% no risco de demência em idosos com um perfil genético específico. No mesmo grupo, porém, o risco de sangramentos graves foi cerca de duas vezes maior.
A pesquisa, da Universidade Monash, na Austrália, foi publicada na revista Alzheimer’s & Dementia e analisou dados genéticos de 13.541 participantes de um estudo que comparou a aspirina com placebo.
Por causa do risco de sangramento, os autores ressaltam que o resultado não é uma recomendação para começar a tomar o remédio. Qualquer uso deve ser orientado por um médico.
O SUS oferece diagnóstico e tratamento para pessoas com demência, incluindo Alzheimer, em centros de referência e unidades básicas de saúde.