Como a alimentação ajuda a prevenir o AVC, segundo nutricionista

A boca entorta, um braço perde a força, a fala embola: o AVC, conhecido como derrame, chega de repente. Foram mais de 85 mil mortes no Brasil em 2024, e a doença é uma das principais causas de incapacidade no país. Outubro é o mês de conscientização.

A pressão alta é o principal fator de risco. E o brasileiro come sal demais: cerca de 9 gramas por dia, quase o dobro do limite de 5 gramas recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

A maior parte desse sal não vem do saleiro, e sim de produtos prontos: temperos em cubo, embutidos, salgadinhos, macarrão instantâneo, molhos prontos e fast-food. Excesso de gordura, açúcar e cigarro também ajuda a entupir as artérias.

A comida também pesa na recuperação de quem já teve AVC: proteína para preservar os músculos, boa hidratação e fibras contra o intestino preso. Quem usa o anticoagulante varfarina deve manter estável a quantidade de folhas verdes. E medir a pressão com regularidade é tão importante quanto o que vai ao prato.

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