Casa de shows em Lauro de Freitas afasta funcionários envolvidos em agressão de cliente e vítima rebate versão do estabelecimento

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Após o caso de agressão a uma cliente, na última quinta-feira (19), os funcionários do Blitz Music Bar foram afastados pela direção do estabelecimento. Em nota, a casa de shows, que fica em Lauro de Freitas, afirmou que está colaborando com a polícia e que os envolvidos só irão retornar às atividades após a conclusão das investigações.

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NOTA OFICIAL

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Relembre o caso
Uma mulher acusa um dos sócios do Blitz Bar, em Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador, de agressão. Em vídeos divulgados nas redes sociais, Ana Coelho mostra o olho roxo e manchas de sangue no rosto. A mão e perna também estão feridas. Na postagem, ela escreveu: “Acabei de ser agredida gratuitamente por um sócio do Blitz Bar em Lauro de Freitas.

Neste sábado (21), Ana voltou às redes sociais onde apareceu com um curativo no machucado e agradecendo às pessoas pelas mensagens de apoio. O caso é apurado pela Delegacia de Lauro de Freitas, onde a agressão foi registrada, poucas horas após o ataque, ocorrido na madrugada da sexta-feira (20).

Como tudo aconteceu
Segundo a vítima, a estudante Ana Paula Coelho, de 22 anos, a confusão iniciou após seguranças do local a proibiram de fumar um cigarro eletrônico. Mesmo tentando dialogar, a jovem disse que foi arrastada para fora, juntamente com o seu namorado.

“Eu estava fumando cigarro eletrônico e o segurança implicou com isso. Comecei a conversar com ele, tentei explicar que era só vapor, que não tem combustão, não tem cheiro. E nesse meio tempo outro segurança viu a situação e já saiu me carregando para fora da festa. Um outro já deu um mata leão no meu namorado. “Quando a gente estava do lado de fora, esse Rafael, que não sabia de nada, veio em nossa direção e me deu um murro, e eu desmaiei. Eu fiquei desacordada. Depois ele fugiu para dentro da festa”.

Quem é o acusado?
O acusado de agredí-la foi identificado pela mesma como Rafael Pitanga, que se apresentou como sócio da casa de shows. No entanto, na nota divulgada pelo estabelecimento, é informado que ele é apenas um prestador de serviço. A versão foi rebatida pela vítima.

“Suposta vítima? Muita falta de vergonha na cara e de tato. Isso pra mim só mostra o quanto estão querendo desvincular o agressor do nome do bar, porque o que ele fez não tem justificativa. Melhorem! Primeira vez que eu fui lá e não houve segurança para mim, apenas violência!”

Ana ainda revelou que já ez exame de corpo de delito e que prestará depoimento na delegacia na segunda-feira (23). “Me sinto extremamente desrespeitada, violentada. E acho importante denunciar isso, porque várias mulheres passam por situações como essa e fica por isso mesmo. Essa é uma situação que não deve sair impune”.

Fonte: Bocão News

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