Diretor de Leaving Neverland critica cinebiografia e faz novas acusações sobre Michael Jackson

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O diretor do documentário Leaving Neverland, Dan Reed, voltou a criticar a forma como a trajetória de Michael Jackson tem sido retratada no cinema. Em entrevista ao The Hollywood Reporter, o cineasta afirmou que o artista era “pior do que Jeffrey Epstein”.

A declaração ocorre em meio ao lançamento de uma cinebiografia sobre o cantor, conhecido por sucessos como Thriller. Segundo Reed, a produção ignora elementos centrais da vida do artista, especialmente as acusações de abuso infantil feitas contra ele.

Para o diretor, o longa não apresenta fidelidade aos fatos e prioriza o entretenimento em detrimento de aspectos considerados por ele como relevantes. Reed também criticou os envolvidos na produção, afirmando que o projeto busca retorno financeiro sem aprofundar as controvérsias que marcaram a vida do cantor.

Lançado em 2019, o documentário Leaving Neverland aborda relatos de supostos abusos cometidos por Jackson. A obra gerou repercussão internacional e reacendeu debates sobre o legado do artista.

Sobre a retirada do documentário da HBO, Reed afirmou que a decisão ocorreu após um acordo judicial envolvendo o espólio do cantor. Segundo ele, herdeiros de Jackson utilizaram um contrato firmado em 1992, que incluía uma cláusula de não difamação.

A família de Michael Jackson sempre negou as acusações, e o cantor foi absolvido em julgamento realizado em 2005.

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