a�?NA?o cogito fazer delaA�A?oa�?, diz doleiro ligado a Eduardo Cunha na Lava Jato

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Cunha e Funaro se tornaram rA�us no processo que investiga o recebimento de propina de empresas.

O corretor de valores e doleiro Lucio Funaro, apontado pela forA�a-tarefa da OperaA�A?o Lava Jato como operador financeiro do deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), afirmou nesta quinta-feira (10), ao sair de sua primeira audiA?ncia na JustiA�a Federal em BrasA�lia, que nA?o pretende negociar um acordo de delaA�A?o premiada com o MinistA�rio PA?blico Federal (MPF).
No final de outubro, Cunha e Funaro se tornaram rA�us no processo que investiga o recebimento de propina de empresas interessadas na liberaA�A?o de verbas do Fundo de Investimento do Fundo de Garantia do Tempo de ServiA�o (FI-FGTS).
cunhadoleiro
O ex-sA?cio de Funaro, Alexandre Margotto, o ex-vice-presidente de Fundos de Governo e Loterias da Caixa, FA?bio Cleto, e o ex-ministro do Turismo Henrique Eduardo Alves tambA�m sA?o rA�us na mesma aA�A?o.
a�?NA?o cogito fazer delaA�A?oa�?, disse Funaro ao deixar sua primeira audiA?ncia judicial desde que foi preso em 1A? de julho, por ordem do ministro-relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, Teori Zavascki. a�?NA?o cogito porque nA?o sou culpadoa�?, afirmou. Apesar disso, perante o juiz ele disse estar disposto a colaborar integralmente com a JustiA�a.
Magistrado mantA�m prisA?o preventiva
O juiz Vallisney Oliveira de Souza, da 10A? Vara da JustiA�a Federal em BrasA�lia, que assumiu o caso apA?s Cunha perder o foro privilegiado devido A� cassaA�A?o de seu mandato, acatou recomendaA�A?o do MinistA�rio PA?blico Federal (MPF) e decidiu manter a prisA?o preventiva de Funaro apA?s a audiA?ncia de custA?dia realizada nesta quinta-feira.
Segundo o MPF, alA�m de representar ameaA�a A� ordem pA?blica e A� ordem econA?mica, Funaro tentou intimidar outros rA�us no mesmo processo.
a�?AmeaA�a ao denunciado FA?bio Cleto, A�ntima relaA�A?o com outro denunciado, Eduardo Cunha, com o ex-senador DelcA�dio do Amaral. Tom agressivo, inclusive com sistemA?ticas atuaA�A�es no sentido de intimidar as pessoas envolvidas no esquemaa�?, salientou a procuradora da RepA?blica, Michelle Rangel de Barros, para justificar a manutenA�A?o da prisA?o.
Na denA?ncia que foi aceita no fim de outubro por Vallisney Oliveira, o procurador-geral da RepA?blica, Rodrigo Janot, afirmou que Funaro mantinha a�?longa e A�ntima relaA�A?oa�? com o entA?o presidente da CA?mara dos Deputados, Eduardo Cunha.
Janot citou tambA�m outras investigaA�A�es em que LA?cio Funaro esteve envolvido, como o caso da AA�A?o Penal 470, o processo do mensalA?o, a OperaA�A?o Satiagraha e o Caso Banestado. No mensalA?o, Funaro fez acordo de delaA�A?o premiada e foi absolvido pela JustiA�a.
Por AgA?ncia Brasil | Fotos: ReproduA�A?o

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