Hábitos saudáveis e uma alimentação anti-inflamatória ajudam a reduzir a inflamação e as dores causadas pela endometriose, condição em que o tecido que reveste o útero cresce fora dele e provoca aderências nos órgãos.
As mudanças não eliminam a doença nem substituem o tratamento, mas ajudam no equilíbrio hormonal. Obesidade e sedentarismo dificultam essa regulação, enquanto exercícios que movimentam a região da pelve melhoram a circulação local.
O sono e o estresse também pesam. “A falta de sono e o estresse atuam como gatilhos”, explica a ginecologista Albertina Takiuti, porque alteram a prolactina, hormônio que interfere no estrogênio e na progesterona.
A médica orienta procurar investigação diante de cólicas fora do normal. Ressonância magnética e ultrassom com preparo intestinal são os principais exames para o diagnóstico precoce, que ajuda a evitar complicações como a infertilidade.