Uma força-tarefa da Advocacia-Geral da União, da Secretaria de Comunicação Social e do Ministério da Saúde conseguiu a retirada de 97 canais do YouTube que usavam médicos falsos criados por inteligência artificial.
Nos vídeos, os personagens indicavam tratamentos sem comprovação científica e vendiam e-books e produtos milagrosos. O público-alvo principal eram pessoas idosas.
O risco apontado pelo governo é o paciente largar o remédio receitado por um médico de verdade. Em quem tem doença crônica, isso pode levar a infarto, AVC e crise renal em pouco tempo.
A orientação é conferir o registro do profissional no Conselho Regional de Medicina antes de seguir qualquer recomendação vista na internet, e conversar com um médico de confiança antes de mudar tratamento.

